Em contramão aos efeitos da crise pandêmica, mercado de harmonização facial segue aquecido

Marca especializada em estética facial, Face Doctor, fecha 32 contratos em shoppings em meio a pandemia

Divulgação

De acordo com um levantamento feito pela Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC) juntamente com o Instituto FSB Pesquisa, o Brasil se tornou o terceiro país com o maior mercado de estética no mundo, ficando atrás, apenas, dos Estados Unidos e da China. Isso, de certa forma, explica o crescimento acentuado de contratos fechados entre a Face Doctor e grandes shoppings do Brasil.

Enquanto restaurantes, bares, e outros segmentos encerraram as atividades por conta da pandemia, clínicas e centros de estéticas são inaugurados. "Estamos ultrapassando as nossas metas de faturamento mesmo em meio a pandemia", afirma Nelson Lins, fundador e idealizador da rede.

A marca surgiu com o conceito de clínica focada exclusivamente no rejuvenescimento facial de pacientes através de procedimentos de aplicação de toxina botulínica (botox) e ácido Hialurônico. Segundo Nelson, os preços mais acessíveis, com condições de pagamentos facilitadas atrelados aos resultados extremamente naturais, sem necessidade de repouso ou afastamento do trabalho, fazem com que a procura pela Face Doctor se torne cada vez maior.

Nelson, que pretende faturar 180 milhões no próximo ano com a abertura de mais de 100 unidades da Face Doctor, entre franquias e lojas próprias, é um empresário de grande influência no país no qual também é sócio fundador e comanda junto aos sócios o modelo de negócios da Selfit, a segunda maior rede de academias do Brasil, com cerca de 100 unidades próprias, em 16 estados.







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